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Volta a viralizar vídeo em que Leila do Vôlei é vaiada e Welton Max aplaudido no Arimatéia, maior torneio de futebol a céu aberto da América Latina

  • 3 de abr.
  • 3 min de leitura

Voltou a viralizar nas redes sociais o vídeo gravado durante o Torneio Arimatéia, tradicional competição realizada em Taguatinga e descrita publicamente como uma das maiores da modalidade na América Latina. O evento também já teve apoio viabilizado por emendas parlamentares da senadora Leila do Vôlei em edições recentes.

No vídeo, registrado em janeiro e agora novamente em circulação, a senadora Leila do Vôlei aparece sendo vaiada por parte do público, enquanto Welton Max é aplaudido no mesmo ambiente. O episódio reacendeu comentários nos bastidores políticos de Brasília e reforçou um contraste que muita gente no DF já começou a perceber.


Leila do Vôlei aparece vinculada ao apoio institucional ao torneio por meio de verba pública. Mas, para muitos, esse tipo de relação já não produz mais o mesmo efeito político de antes. Em um momento em que parte dos parlamentares é vista como cada vez mais distante do povo, limitada à lógica das emendas, cresce a percepção de que devolver ao povo aquilo que já é do próprio povo está mais para obrigação do que para gesto extraordinário.


É justamente nesse ponto que Welton Max tem chamado atenção. Sem mandato e sem estrutura pública, ele construiu uma imagem de proximidade real com as pessoas — com projetos sociais, ações em igrejas, presença constante nas comunidades e participação direta no esporte.


No Arimatéia, essa conexão vai além do discurso. Welton Max não é apenas um nome que aparece ao lado do evento. Ele vive o ambiente do torneio. Além de apoiar o esporte com recursos próprios, também é figura conhecida nas quadras, sendo recebido com entusiasmo pela torcida sempre que entra em cena.


Esse vínculo também passa pelo Dream Team Brasil, projeto ligado ao seu nome e voltado a incentivar jovens de várias regiões de Brasília a treinar, competir e viver o sonho de vestir a camisa verde e amarela, em uma proposta que mistura identidade nacional, esporte e oportunidade.


Consultado pelo Gazeta do Correio, Welton Max resumiu assim a diferença:


"Apoiar com dinheiro público não é exatamente apoiar. É apenas devolver ao povo aquilo que já é do povo. Quem realmente sustenta esse evento são os empresários, os atletas, os dirigentes, os times e o próprio Arimatéia, que há anos carrega isso com muita dificuldade."


Ele também destacou o valor da presença prática:


"Quem quer trabalhar, trabalha. É totalmente possível gerar resultado sem mandato. E muitas vezes quem nunca teve cargo entrega mais do que muita autoridade que ocupa espaço e vive de discurso."


Nos bastidores de Brasília, o vídeo que voltou a circular foi interpretado como mais do que um simples recorte de arquibancada. Para muitos, ele mostra a força de uma política de proximidade, em contraste com uma política cada vez mais burocrática, institucional e distante.


Welton Max vem se consolidando como uma das vozes mais visíveis da direita no Distrito Federal. Sua atuação em causas sociais, no esporte e em pautas conservadoras tem ampliado sua influência de forma orgânica, sem depender de mandato.


O que volta a repercutir agora no Arimatéia não é apenas uma vaia ou um aplauso. É um contraste político. De um lado, a representação associada ao recurso público. Do outro, a figura que se apresenta como alguém presente, acessível e inserido no meio do povo. Em um Distrito Federal cada vez mais polarizado, esse tipo de cena costuma dizer muito sobre o humor das ruas.


O vídeo citado na matéria está disponível logo abaixo.

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